A cremação é cada vez mais escolhida pelas famílias em São Paulo. Por ser um procedimento definitivo, ela tem exigências legais específicas. Abaixo está o caminho completo, do falecimento à entrega das cinzas.
1. Declaração de Óbito com as assinaturas exigidas
A Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/1973) determina que, para cremar, o atestado de óbito seja assinado por dois médicos ou por um médico legista. Em caso de morte violenta, a cremação também depende de autorização da Justiça. Por isso é importante avisar a funerária desde o início que a família pretende cremar.
2. Registro do óbito
Com a declaração, o óbito é registrado no Cartório de Registro Civil, que emite a Certidão de Óbito. A funerária pode cuidar desse registro em nome da família.
3. Autorização para a cremação
A lei fala na vontade manifestada pela pessoa em vida. Na prática, cada crematório informa quais documentos aceita, como declaração escrita da pessoa ou autorização dos familiares. A funerária orienta sobre o que o crematório escolhido exige.
4. Velório e cerimônia
Antes da cremação é possível fazer o velório normalmente, com ornamentação de flores e cerimônia religiosa. Alguns crematórios têm salas de cerimônia próprias para a despedida final.
5. Entrega das cinzas
As cinzas são entregues à família em uma urna, geralmente alguns dias após a cremação. Elas podem ficar com a família, ser depositadas em um columbário ou ser espalhadas em um local escolhido, respeitando as regras do lugar.
Quanto custa?
O valor depende do crematório, do tipo de urna, do velório e dos serviços incluídos. Veja os preços de cremação e as informações sobre cremação em SP.
Atendimento 24 horas
A Funerária São Paulo atua há mais de 10 anos e cuida de todas as etapas da cremação, da documentação à entrega das cinzas. Entre em contato a qualquer hora.